Jesus te vê
Um assaltante entrou em uma mansão e ao penetrar na sala escura, ouviu uma voz soturna:
- Jesus está te observando!
Nervoso, olhou para todos os lados até que ao fundo da sala, perto do corredor, viu uma gaiola e nela um papagaio. Se aproximou e falou:
- Foi você que falou que Jesus me observava?. O papagaio respondeu que sim
- Como é seu nome?. Lôro. Respondeu a ave.
- Mas quem foi o idiota que te deu esse nome tão estúpido! Disse rispidamente o ladrão.
- O mesmo que deu o nome de Jesus ao Pittbull!. Disse o papagaio.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
O bocejo

Todo mundo boceja, mas poucos sabem o motivo desse hábito que começa no útero e continua em idade avançada.
A maioria das espécies de vertebrados, e até mesmo aves e peixes, também boceja --ou, pelo menos, fazem o que se parece com um bocejo.
Mas os mecanismos fisiológicos, a razão e que tipo de papel o bocejo representa na sobrevivência dos animais e seres humanos continuam sendo um mistério.
As teorias são muitas, mas as provas experimentais, poucas. Isso leva a uma acalorada discussão, diz Adrian Guggisberg, da Universidade de Genebra e autor de um estudo a ser publicado no jornal "Neuroscience & Biobehavioral Reviews".
Mecanismos fisiológicos, motivos e papel do bocejo na sobrevivência continuam sendo um mistério
Hipócrates propôs, no século 4º a.C, que o bocejo era uma maneira de alimentar o cérebro com "ar bom", substituindo-o pelo "ar ruim". Já a visão moderna da mesma teoria diz que ele auxilia no aumento do nível de oxigênio no sangue e, ao mesmo tempo, diminui o de dióxido de carbono.
Se isso fosse realmente verdade, Guggisberg alerta, as pessoas estariam bocejando mais quando estivessem em pleno exercício. E os portadores de doenças pulmonares ou cardiovasculares também fariam o mesmo por sofrer de falta de oxigênio.
Em outras palavras, observações e experimentos sugerem que a melhor maneira de aumentar oxigênio no sangue é respirar rápido, mas não bocejar.
HIPÓTESES
Sem sombra de dúvida, o bocejo ocorre com mais frequência antes e depois de dormir, e a sensação de sonolência sempre o acompanha --talvez o gesto nos ajude a nos manter acordados.
Para testar essa hipótese, o bocejo foi induzido em seres humanos e estes tiveram sua atividade cerebral observada. Segundo o monitoramento, não houve evidência de que bocejar aumentava as áreas de vigilância no cérebro ou no sistema nervoso central.
O inverso --o bocejo poderia ajudar a dormir-- também não foi comprovado.
Uma das teorias existentes diz que ele pode equalizar a pressão interna do ouvido, mas isso seria feito por outras técnicas como mascar ou engolir saliva.
A outra teoria sugere que o bocejo poderia regular o calor corporal, mas Guggisberg não encontrou nenhuma evidência nesse sentido. Mas um de seus colegas da área estudada, Andrew Gallup da Universidade de Princeton, discorda.
O curioso é que crianças com menos de cinco anos não são suscetíveis a bocejos. Elas não se "contagiam", digamos assim, mas adultos, chipanzés, macacos e cães --todos com habilidades sociais desenvolvidas-- são induzidos a bocejar tão logo veem um semelhante bocejando.
A explicação para isso é que observar outros bocejando acaba ativando regiões do cérebro que são relacionadas à imitação, à empatia e ao comportamento social. Mas por que exatamente bocejamos, isso ninguém soube ainda explicar.
A maioria das espécies de vertebrados, e até mesmo aves e peixes, também boceja --ou, pelo menos, fazem o que se parece com um bocejo.
Mas os mecanismos fisiológicos, a razão e que tipo de papel o bocejo representa na sobrevivência dos animais e seres humanos continuam sendo um mistério.
As teorias são muitas, mas as provas experimentais, poucas. Isso leva a uma acalorada discussão, diz Adrian Guggisberg, da Universidade de Genebra e autor de um estudo a ser publicado no jornal "Neuroscience & Biobehavioral Reviews".
Mecanismos fisiológicos, motivos e papel do bocejo na sobrevivência continuam sendo um mistério
Hipócrates propôs, no século 4º a.C, que o bocejo era uma maneira de alimentar o cérebro com "ar bom", substituindo-o pelo "ar ruim". Já a visão moderna da mesma teoria diz que ele auxilia no aumento do nível de oxigênio no sangue e, ao mesmo tempo, diminui o de dióxido de carbono.
Se isso fosse realmente verdade, Guggisberg alerta, as pessoas estariam bocejando mais quando estivessem em pleno exercício. E os portadores de doenças pulmonares ou cardiovasculares também fariam o mesmo por sofrer de falta de oxigênio.
Em outras palavras, observações e experimentos sugerem que a melhor maneira de aumentar oxigênio no sangue é respirar rápido, mas não bocejar.
HIPÓTESES
Sem sombra de dúvida, o bocejo ocorre com mais frequência antes e depois de dormir, e a sensação de sonolência sempre o acompanha --talvez o gesto nos ajude a nos manter acordados.
Para testar essa hipótese, o bocejo foi induzido em seres humanos e estes tiveram sua atividade cerebral observada. Segundo o monitoramento, não houve evidência de que bocejar aumentava as áreas de vigilância no cérebro ou no sistema nervoso central.
O inverso --o bocejo poderia ajudar a dormir-- também não foi comprovado.
Uma das teorias existentes diz que ele pode equalizar a pressão interna do ouvido, mas isso seria feito por outras técnicas como mascar ou engolir saliva.
A outra teoria sugere que o bocejo poderia regular o calor corporal, mas Guggisberg não encontrou nenhuma evidência nesse sentido. Mas um de seus colegas da área estudada, Andrew Gallup da Universidade de Princeton, discorda.
O curioso é que crianças com menos de cinco anos não são suscetíveis a bocejos. Elas não se "contagiam", digamos assim, mas adultos, chipanzés, macacos e cães --todos com habilidades sociais desenvolvidas-- são induzidos a bocejar tão logo veem um semelhante bocejando.
A explicação para isso é que observar outros bocejando acaba ativando regiões do cérebro que são relacionadas à imitação, à empatia e ao comportamento social. Mas por que exatamente bocejamos, isso ninguém soube ainda explicar.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Caminho para a cura da AIDS
Ainda é tudo muito preliminar e os próprios cientistas estão com um pé atrás, mas um grupo alemão acredita ter evidências de cura de um paciente norte-americano com Aids utilizando células-tronco adultas.
Timothy Ray Brown, 44, que vive em Berlim, tinha também leucemia, e por isso recebeu as células-tronco, retiradas da medula óssea de um doador.
O doador das células que Brown recebeu no transplante tinha uma mutação: não produzia a proteína CCR5, fundamental para a multiplicação do vírus HIV no organismo humano.
Após o transplante em 2007, o paciente foi acompanhado pelos pesquisadores da Universidade de Medicina de Berlim.
Em 2009, eles publicaram um artigo científico que falava no "sumiço" do vírus HIV. Agora, na revista científica "Blood", já falam de "evidência de cura".
Os pesquisadores lembram que, como o estudo envolve somente um paciente, é necessário ter cautela antes de dizer com certeza que se chegou a uma cura para a Aids. É necessário repetir o trabalho muitas vezes ainda para que se tenha conclusões mais concretas.
Além disso, transplantes de medula são arriscados. Brown, por ter leucemia, teria de fazer um de qualquer jeito, mas submeter pacientes com Aids ao tratamento seria perigoso, ainda mais sabendo que hoje é possível sobreviver muitos anos sendo portador de HIV.
Timothy Ray Brown, 44, que vive em Berlim, tinha também leucemia, e por isso recebeu as células-tronco, retiradas da medula óssea de um doador.
O doador das células que Brown recebeu no transplante tinha uma mutação: não produzia a proteína CCR5, fundamental para a multiplicação do vírus HIV no organismo humano.
Após o transplante em 2007, o paciente foi acompanhado pelos pesquisadores da Universidade de Medicina de Berlim.
Em 2009, eles publicaram um artigo científico que falava no "sumiço" do vírus HIV. Agora, na revista científica "Blood", já falam de "evidência de cura".
Os pesquisadores lembram que, como o estudo envolve somente um paciente, é necessário ter cautela antes de dizer com certeza que se chegou a uma cura para a Aids. É necessário repetir o trabalho muitas vezes ainda para que se tenha conclusões mais concretas.
Além disso, transplantes de medula são arriscados. Brown, por ter leucemia, teria de fazer um de qualquer jeito, mas submeter pacientes com Aids ao tratamento seria perigoso, ainda mais sabendo que hoje é possível sobreviver muitos anos sendo portador de HIV.
Belezas do universo
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Jornada nas estrelas

A Voyager está se aproximando da fronteira da bolha formada por partículas carregadas emitidas pelo Sol. A sonda espacial Voyager 1, lançada há 33 anos está perto da fronteira do Sistema Solar.
A 17,4 bilhões de quilômetros de casa, a sonda é o objeto feito pelo homem mais distante da Terra e começou a identificar uma mudança nítida no fluxo de partículas à sua volta.
Estas partículas, emanadas pelo Sol, não estão mais se dirigindo para fora e sim se movimentando lateralmente. Isso significa que a Voyager deve estar muito perto de dar o salto para o espaço interestelar - o espaço entre as estrelas.
Edward Stone, cientista do projeto Voyager, elogiou a sonda e as incríveis descobertas que ela continua enviando à Terra. "Quando a Voyager foi lançada, a era espacial tinha apenas 20 anos de idade, então não era possível prever que uma sonda espacial pudesse durar tanto tempo", disse ele à BBC.
"Não tínhamos ideia do quanto teríamos que viajar para sair do Sistema Solar. Sabemos agora que em aproximadamente cinco anos devemos estar fora do Sistema Solar pela primeira vez."
'Partículas carregadas'
A Voyager 1 foi lançada no dia 5 de setembro de 1977, enquanto sua sonda gêmea, a Voyager 2, foi enviada ao espaço pouco antes, em 20 de agosto de 1977. O objetivo inicial da Nasa era inspecionar os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, uma tarefa concluída em 1989.
As sondas gêmeas foram então enviadas na direção do centro da Via Láctea. Abastecidos por suas fontes radioativas de energia, os instrumentos das sondas continuam funcionando bem e enviando informações à Terra, apesar de que a vasta distância envolvida significa que uma mensagem de rádio precisa viajar cerca de 16 horas.
As últimas descobertas vêm do detector de partículas de baixa energia da Voyager 1, que tem monitorado a velocidade dos ventos solares.
Esta corrente de partículas carregadas forma uma bolha em torno do nosso Sistema Solar conhecido como heliosfera. Os ventos viajam a uma velocidade "supersônica" até cruzar uma onda de choque no encontro com as partículas interestelares.
Nesse ponto, o vento reduz sua velocidade dramaticamente, gerando calor. A Voyager determinou que a velocidade do vento em sua localização chegou agora a zero.
O fenômeno é a consequência do vento indo de encontro à matéria vinda de outras estrelas. A fronteira entre os dois é o fim "oficial" do Sistema Solar, a heliopausa. Uma vez que a Voyager passar por isso, estará no espaço interestelar.
Os primeiros sinais de que a Voyager havia encontrado algo novo apareceram em junho. Vários meses de coleta de novos dados foram necessários para confirmar a observação.
A 17,4 bilhões de quilômetros de casa, a sonda é o objeto feito pelo homem mais distante da Terra e começou a identificar uma mudança nítida no fluxo de partículas à sua volta.
Estas partículas, emanadas pelo Sol, não estão mais se dirigindo para fora e sim se movimentando lateralmente. Isso significa que a Voyager deve estar muito perto de dar o salto para o espaço interestelar - o espaço entre as estrelas.
Edward Stone, cientista do projeto Voyager, elogiou a sonda e as incríveis descobertas que ela continua enviando à Terra. "Quando a Voyager foi lançada, a era espacial tinha apenas 20 anos de idade, então não era possível prever que uma sonda espacial pudesse durar tanto tempo", disse ele à BBC.
"Não tínhamos ideia do quanto teríamos que viajar para sair do Sistema Solar. Sabemos agora que em aproximadamente cinco anos devemos estar fora do Sistema Solar pela primeira vez."
'Partículas carregadas'
A Voyager 1 foi lançada no dia 5 de setembro de 1977, enquanto sua sonda gêmea, a Voyager 2, foi enviada ao espaço pouco antes, em 20 de agosto de 1977. O objetivo inicial da Nasa era inspecionar os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, uma tarefa concluída em 1989.
As sondas gêmeas foram então enviadas na direção do centro da Via Láctea. Abastecidos por suas fontes radioativas de energia, os instrumentos das sondas continuam funcionando bem e enviando informações à Terra, apesar de que a vasta distância envolvida significa que uma mensagem de rádio precisa viajar cerca de 16 horas.
As últimas descobertas vêm do detector de partículas de baixa energia da Voyager 1, que tem monitorado a velocidade dos ventos solares.
Esta corrente de partículas carregadas forma uma bolha em torno do nosso Sistema Solar conhecido como heliosfera. Os ventos viajam a uma velocidade "supersônica" até cruzar uma onda de choque no encontro com as partículas interestelares.
Nesse ponto, o vento reduz sua velocidade dramaticamente, gerando calor. A Voyager determinou que a velocidade do vento em sua localização chegou agora a zero.
O fenômeno é a consequência do vento indo de encontro à matéria vinda de outras estrelas. A fronteira entre os dois é o fim "oficial" do Sistema Solar, a heliopausa. Uma vez que a Voyager passar por isso, estará no espaço interestelar.
Os primeiros sinais de que a Voyager havia encontrado algo novo apareceram em junho. Vários meses de coleta de novos dados foram necessários para confirmar a observação.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
O lado bom da maconha

Os componentes ativos da maconha e seus derivados poderiam reduzir o crescimento do câncer de mama e a aparição de metástases, constata uma equipe de cientistas espanhóis que testou os efeitos desta droga em ratos.
Em comunicado, os pesquisadores da UAM (Universidade Autônoma de Madri), a Universidade Complutense de Madri e o Centro Nacional de Biotecnologia destacaram nesta segunda-feira que os "cannabinoides" podem deter e acabar com as células derivadas de tumores de mama.
Essa descoberta acaba de ser publicada na revista "Cancer Cell", na qual os cientistas explicam que a pesquisa foi realizada com ratos afetados pelo modelo genético de câncer de mama MMTVneu.
Estes animais, segundo a UAM, geram de forma espontânea tumores de mama que posteriormente são transferidos por metástase ao pulmão, porque expressam elevados níveis de uma proteína chamada "oncogene ErbB2", também presente nos humanos que sofrem deste tipo de câncer.
Os pesquisadores indicaram que a propriedade antitumoral desses elementos parece vir dada pelo receptor de cannabinoides CB2, enquanto os efeitos psicotrópicos associados a esta droga se devem fundamentalmente ao receptor CB1, que é --nas palavras dos especialistas-- "o que se expressa predominantemente no sistema nervoso".
Em comunicado, os pesquisadores da UAM (Universidade Autônoma de Madri), a Universidade Complutense de Madri e o Centro Nacional de Biotecnologia destacaram nesta segunda-feira que os "cannabinoides" podem deter e acabar com as células derivadas de tumores de mama.
Essa descoberta acaba de ser publicada na revista "Cancer Cell", na qual os cientistas explicam que a pesquisa foi realizada com ratos afetados pelo modelo genético de câncer de mama MMTVneu.
Estes animais, segundo a UAM, geram de forma espontânea tumores de mama que posteriormente são transferidos por metástase ao pulmão, porque expressam elevados níveis de uma proteína chamada "oncogene ErbB2", também presente nos humanos que sofrem deste tipo de câncer.
Os pesquisadores indicaram que a propriedade antitumoral desses elementos parece vir dada pelo receptor de cannabinoides CB2, enquanto os efeitos psicotrópicos associados a esta droga se devem fundamentalmente ao receptor CB1, que é --nas palavras dos especialistas-- "o que se expressa predominantemente no sistema nervoso".
Você sabia....?

- O pastel começou a se popularizar no Brasil a partir dos anos 40, com a chegada de imigrantes japoneses?.
- O torresmo surgiu com a escravidão, quando os negros começaram a fritar a pele do porco que sobrava após a retirada da banha, usada na cozinha da Casa Grande?
- A empada teve origem nos pastelões portugueses do século 19?
- O croquete existe desde a Roma Antiga e significa "mastigar ruidosamente"?
- A "coxinha" surgiu no Brasil porque a princesa Isabel teve um filho que adorava coxa de galinha. Um dia, na falta dessa parte da ave, uma de suas cozinheiras resolveu preparar uma massa e moldá-la como se fosse uma coxa de galinha e colocar dentro miúdos da ave?.
Assinar:
Postagens (Atom)
